quinta-feira, 28 de abril de 2011

PARASITOSE ESPIRITUAL

Impressiona o número de pessoas medicadas ao apresentarem sintomas de parasitose energética; situação geradora de sintomas que ao longo do tempo até podem se transformar em doenças funcionais. Essa situação é desconhecida pela maioria; tanto doentes quanto profissionais de saúde. Muitos mal estares inexplicáveis e sintomas que não se encaixam em nenhum quadro de doença conhecida são tratados com sintomáticos, inutilmente.
Pensei em escrever sobre o assunto em virtude do aumento intenso do problema do “mediunismo” devido á aceleração da grade energética do planeta afetando a ligação entre corpo físico e astral conforme já coloquei em artigo anterior.
Ontem atendi uma criança cuja queixa na noite anterior foi de tontura e náuseas intensas; a criança foi medicada pela própria mãe e levada para a cama do casal; quando ela adormeceu; a mãe sentiu-se estranha e visualizou um senhor vestido de marinheiro “passando mal” e passou a sentir os mesmos sintomas da criança, que na realidade eram os da entidade.
Esclarecemos o assunto durante a consulta e a criança foi atendida ontem mesmo numa CE - hoje ela me ligou dizendo que tudo está bem.

Mesmo as pessoas que não sejam portadoras de mediunidade no seu projeto de vida, passarão a ter que lidar com situações de parasitose energética. O problema torna-se crônico quando não há conhecimento e a entidade passa a sentir-se bem com a medicação. Gravíssimo é o problema dos remédios de uso contínuo; especialmente os chamados controlados; daí já deixa de ser parasitose espiritual para processo obsessivo grave.

Como se inicia?
Para que se estabeleça uma relação obsessiva é necessário que o padrão vibratório dos envolvidos seja semelhante. Pensamos sentimos e agimos sem descanso e sem cessar, como emissores e receptores espalhamos para o universo quem somos, influenciamos e somos influenciados. Sem sintonia, não há relação. No popular “encosto” da cultura, ou parasitose energética, quem se encontra do outro lado da vida fixado no apego às pessoas, aos bens, às sensações físicas, aos vícios, à vingança..., cria relações de simbiose, parasitismo ou vampirismo com outros; nesses casos de encosto ás vezes o desencarnado está apenas buscando alívio para seus próprios sintomas ou necessidades das quais não se livrou.

Mesmo passando inúmeras vezes de uma dimensão a outra ao longo da evolução, nosso inconsciente apenas impregnou-se de vagas lembranças gerando especulações. Ás vezes temores, contribuindo para que essa realidade permaneça no terreno do sobrenatural; mesmo que todos os dias façamos andanças pelo plano extrafísico, durante o desdobramento do sono, enquanto dormimos; mas pouco retemos do que lá se passou.
A relação entre as várias dimensões da vida é objetiva, cotidiana e capaz de causar doenças variadas quando obsessiva; muitos casos de doença de origem obscura, podem ser resolvidos ou atenuados nas tarefas de *desobsessão.
Essa relação entre as várias dimensões também tem seus aspectos positivos e, é responsável por muitas curas de doenças e de reajustes nas relações humanas.
* Desobsessão, é a conscientização de espíritos desencarnados que de forma consciente ou não, prejudicam encarnados; seguida de ajuda e encaminhamento do obsessor a seguir sua evolução.

Causas da obsessão:
Vícios fisiológicos como: a gula, a sexualidade exacerbada ou portadora de desvios. Vícios físicos, como: o fumo, as bebidas alcoólicas, as drogas e o uso de remédios contínuos. Vícios morais, do tipo: da maledicência, da calúnia e da mentira. Fixação de vingança, ódio; com certeza a mais grave, com interações energéticas posteriores que lembram o vampirismo. Apego. Ciúmes. No caso da parasitose espiritual ou encosto o mecanismo é mais por simpatia e necessidades; ás vezes o encosto é um antigo companheiro ou parente morador de rua do plano espiritual.

Nosso interesse não é aprofundar o assunto, mas é interessante colocar alguns sintomas de obsessão e parasitose espiritual:
Sonhos persistentes geradores de mal estar ao acordar. Medo de adormecer e terror noturno. Pensamentos cíclicos e persistentes. Idéias fixas que não costumamos ter. Impulsos que não reconhecemos como habituais. Sensação de ser observado. Percepção de vultos, sons, odores, percebidos ou não pelas pessoas que conosco convivem. Aversão súbita e injustificada a familiares ou pessoas de nosso convívio. Súbitas reações desproporcionais às causas geradoras sem motivação aparente. Diminuição súbita da força de vontade. Tristeza sem motivo. Tendência ao choro não reacional. Vontade de comer não sei o quê, principalmente à noite. Sintomas inexplicáveis.

Alguns sintomas de somatização devido à obsessão: o famoso “mal estar” sem explicação; os sintomas são subjetivos dificultando o diagnóstico e com reação pobre ao tratamento; as recaídas súbitas e freqüentes levam a pessoa a perambular por vários especialistas e terminar na psiquiatria. Ela sente-se “desenergizada”, e apática repentinamente. O raciocínio fica embotado tornando penoso qualquer trabalho intelectual. Quando o próprio interessado descobre o problema a resolução é mais fácil. Quando percebemos nos outros não devemos verbalizar nem cultivar sentimentos de dó, pena ou medo; pois a relação obsessiva só existe por sintonia; e ambos precisam ser esclarecidos, o que não ocorre num passe de mágica. Será necessário o concurso do tempo e a vontade de pelo menos um dos envolvidos para que se desfaça a sintonia.
Nos casos de encosto os sintomas são semelhantes aos da entidade e somem quando a entidade vai embora ou é conduzida a tratamento.

Assunto cada vez mais palpitante.
Quando li o que disseram a Kardec que, os espíritos participam e afetam muito mais nosso dia a dia do que imaginamos; confesso que não me passou pela cabeça essa possibilidade: boa parte dos sintomas inexplicáveis são gerados por desencarnados com os quais sintonizamos.

Paz e luz.

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