quarta-feira, 1 de julho de 2009

OS PROBLEMAS DA REPLICAÇÃO DO VÍRUS H1N1

OS PERIGOS DA REPLICAÇÃO DO H1N1 – (GRIPE SUÍNA)
A gripe ou influenza sempre foi uma doença muito contagiosa e freqüente; continua sendo uma patologia tratada em ambulatório; e até, na maior parte dos casos; resolve-se por si só, ou sob os disfarce da automedicação baseada em nos tradicionais antigripais 3 em 1 (antitérmico, analgésico, antialérgico – e outras variações da associação de sintomáticos). Em virtude da astenia que afeta a capacidade de trabalho afetando a economia levou a esforços dos laboratórios de pesquisa e do poder publico no seu combate; em grande parte a atenuação das complicações das gripes aconteceu em virtude do esforço de descobertas de vacinas e da antibioticoterapia que tratava as sobreinfecções bacterianas.
Contraímos a virose por inalação ou contato com pessoas acometidas pela gripe. Após a contaminação o vírus se multiplica nas células epiteliais do aparelho respiratório. A viremia é transitória e o contágio é de curta duração durante dois ou três dias no início da infecção. De início temos um processo inflamatório com edema nas células das mucosas seguidos da produção de muco. Na maior parte dos casos a parte acometida é a nasofaringe; mas em casos mais graves atinge, brônquios e alvéolos do pulmão, podendo levar á insuficiência respiratória e morte nos casos mais graves.
Espirros, tosse, coriza e febre são mecanismos de defesa do organismo combatidos com medicamentos, o que atrapalha a cura natural e predispondo as pessoas ás complicações e ás recaídas.
Os sintomas são polimorfos – E além disso, é comum que a virose se sobreponha a processos alérgicos como rinite, sinusite e faringite granulosa.
Tudo corria a contento até surgir a gripe produzida pelo H1N1 cujos efeitos estão potencializados pelo estresse crônico: Diminuição da imunidade; refluxo; cansaço crônico, dores pelo corpo. Nessas condições, os sintomas da H1N1 são confundidos com os das viroses que produzem os resfriados comuns.
Embora o vírus confira imunidade contra o agente; a mesma pessoa pode adquirir outros tipos. Pois, o vírus é capaz de reciclar seu DNA quando de sua replicação (quando da transmissão de um ser humano para outro) e quando não há imunidade cruzada de outros subtipos.
Ao que parece isso já está ocorrendo e os novos subtipos do H1N1 parecem ser mais agressivos do que o original. Aguardemos novos alertas.
Precauções:
Além das recomendações do Ministério da Saúde para evitar o contágio.
Solicitamos ás pessoas que evitem o uso de medicamentos sintomáticos para não mascarar o quadro dificultando o diagnóstico e complicando o quadro – melhor suportar algumas horas de febre e mal estar do que correr o risco de sérias complicações.
Reformular os hábitos alimentares pode ser muito útil nesta época do ano.
Evite a exposição ao ar condicionado.
Não faça uso de antivirais como profilaxia; além de não dar resultados práticos ainda pode favorecer a potencialização de novos subtipos, mais resistentes e agressivos.
Recomenda-se mais cuidado com a higiene física, mental, emocional e afetiva (leia o artigo sobre a função do timo).
O uso de água fluida favorece o equilíbrio energético, reforçando o sistema de imunidade.
Para quem tiver possibilidade recomendamos o tratamento homeopático que além de proporcionar um tratamento individualizado ainda é capaz de favorecer a cura natural em prazo relativamente curto - e ainda pode ser usado como profilático.
O ideal é com acompanhamento médico, pois a crença: se o medicamento homeopático não fizer bem; mal não faz – é um grave engano.
Em situações excepcionais como esta podem ser usados os seguintes medicamentos como profiláticos – os que podem tratar a doença devem ser individualizados:
Influenzinum CH30; nósodio da gripe – bioterápico preparado a partir da vacina antigripal do Instituto Pasteur. Deve ser tomado por via oral na forma de dose única e repetida após 30 dias.
Oscilococcinum 200CH – Deve ser tomado: 5 gotas - 4 x num prazo de 24 hs – no início da síndrome gripal.
Caso fosse preparado um bioterápico a partir de uma cultura do H1N1 e aplicado na população – tal e qual o Influenzinum – o resultado seria excelente e muitos problemas poderiam ser evitados. A única dificuldade é a aprovação padronizada do medicamento; e um entrave é agilizar a comercialização do produto; até que se organize toda a parafernália de comercialização o vírus já pode estar de cara nova; Replicado.
Todo cuidado é bem vindo – Mas, criar medo indevido que pode gerar prejuízo econômico e social para a Nação é prestar um desserviço a todos nós. Selecionar as informações é dever de todos.

2 comentários:

Adriana disse...

Olá!
qual seria a dosagem desses dois remedios homepaticos, como preventivo, para criança de 17 meses?

Obrigada!

aleksandrinha disse...

Olá Dr. Américo,
Gostaria de saber sobre adosagem desses remédios para meus filhos de 7 e 11 anos.
Agradeço antecipadamente.
Alessandra

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